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Bolsonaro reclama e diz que acordo entre WhatsApp e TSE não será cumprido

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O adiamento da atualização é fruto de um compromisso da empresa com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante um passeio de moto em São Paulo, o presidente afirmou que o acordo do WhatsApp com o TSE “não será cumprido”.

“E já adianto. Isso que o WhatsApp está fazendo no mundo todo, sem problema. Agora, abrir uma excepcionalidade para o Brasil, isso é inadmissível, inaceitável, e não vai ser cumprido, este acordo que porventura eles realmente tenham feito com o Brasil, com informações que eu tenho até o presente momento”, declarou.

O WhatsApp anunciou na quinta-feira (14/04) que vai lançar uma nova funcionalidade, chamada Comunidades, no próximo ano.

O recurso vai possibilitar que administradores reúnam diferentes grupos sob um só guarda-chuva, ampliando o alcance de mensagens.

O novo recurso, em fase de testes, pode facilitar a circulação de notícias falsas. Atualmente, os grupos de WhatsApp podem ter no máximo 256 integrantes.

O WhatsApp afirmou que não tem nada a declarar sobre o assunto.

Após o anúncio pelo WhatsApp de implementar novos recursos do app de mensagens apenas após as eleições, o presidente Jair Bolsonaro reclamou nesta sexta-feira da decisão.

O adiamento da atualização é fruto de um compromisso da empresa com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante um passeio de moto em São Paulo, o presidente afirmou que o acordo do WhatsApp com o TSE “não será cumprido”.

“E já adianto. Isso que o WhatsApp está fazendo no mundo todo, sem problema. Agora, abrir uma excepcionalidade para o Brasil, isso é inadmissível, inaceitável, e não vai ser cumprido, este acordo que porventura eles realmente tenham feito com o Brasil, com informações que eu tenho até o presente momento”, declarou.

O WhatsApp anunciou na quinta-feira (14/04) que vai lançar uma nova funcionalidade, chamada Comunidades, no próximo ano.

O recurso vai possibilitar que administradores reúnam diferentes grupos sob um só guarda-chuva, ampliando o alcance de mensagens.

O novo recurso, em fase de testes, pode facilitar a circulação de notícias falsas. Atualmente, os grupos de WhatsApp podem ter no máximo 256 integrantes.

O WhatsApp afirmou que não tem nada a declarar sobre o assunto.

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