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Angra dos Reis: parceria entre Eletronuclear e Instituto Soul Ambiental beneficia pacientes com câncer

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Mais de meia tonelada de tampinhas plásticas deixaram de ser descartadas de maneira inadequada no meio ambiente e foram trocadas por cadeiras de rodas para atender pacientes do Instituto Nacional de Câncer, nesta terça-feira (27). A ação é fruto da parceria entre a Eletronuclear, que arrecadou o material reciclável, e o Instituto Soul Ambiental, responsável pela doação dos equipamentos que atenderão pacientes oncológicos com baixa mobilidade.

A campanha de coleta dos itens foi promovida pelo Voluntariado IrradiAção da Eletronuclear nas instalações da empresa na cidade do Rio de Janeiro e em Angra dos Reis, onde ficam localizadas as usinas nucleares, e contou com a adesão de colaboradores e funcionários. Além de fortalecer o senso de comunidade dentro da cultura organizacional, a iniciativa cuida do planeta e tem a oportunidade de ajudar os pacientes.

Como cada 400 kg de tampinhas separadas por cor equivalem a uma cadeira de rodas, a Eletronuclear contribuiu de maneira integral para a doação de uma das cadeiras. A segunda foi fruto da arrecadação da empresa e diversos outros órgãos e instituições que também ajudaram na causa.

“Consideramos essa primeira entrega um sucesso. Tudo só foi possível por conta do engajamento dos funcionários da empresa e de colaboradores, que se solidarizaram”, explica a chefe da Assessoria de Responsabilidade Socioambiental da Eletronuclear, Ana Beatriz Julião.

O Instituto Soul Ambiental é responsável por reunir diferentes tipos de tampinhas de plástico e transformá-las em itens recicláveis, que são vendidos para custear projetos sociais como esse. Como consequência, diferentes setores da sociedade são contemplados, tanto através das doações quanto pela geração de emprego durante a fabricação dos produtos.

Por esse motivo, a Eletronuclear pretende ampliar a capacidade de arrecadação de materiais recicláveis dentro da empresa. Outros coletores já foram adquiridos e serão instalados em breve.

“A ideia surgiu na pandemia, mas não tínhamos noção da proporção que tomaria. Até os familiares dos funcionários abraçaram a iniciativa. Ficamos muito felizes e esperamos beneficiar outras pessoas ainda este ano”, finaliza Damares Maia, coordenadora do programa Voluntariado, da Eletronuclear.

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