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Freixo recebe apoio de entidades do turismo do Rio para continuar na Embratur

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Após a saída de Daniela do Waguinho do cargo de ministra do Turismo, no mês passado, surgiram rumores de que o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, seria o próximo a sair. Afinal, o cargo dele também é alvo do chamado Centrão, bloco de partidos de Centro, cujo apoio o Governo Lula busca no Congresso. Na última quinta-feira, 10, entidades do setor de turismo entregaram uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo a manutenção de Freixo no cargo.

A carta foi entregue a Lula pelo presidente do HotéisRio, Alfredo Lopes, argumentando que Freixo representa o estado do Rio no governo federal. O documento foi assinado por todas as entidades representativas do estado, além do HotéisRio, como ABAV, ABEOC Brasil, ABIH-RJ, Abrajet, Abrasel, Anttur, Apresenta, Bito, Orla Rio e Rio Convention & Visitors Bureau.

Na carta, Lopes lamentou a saída de Daniela do ministério, lembrando que ela vinha realizando um trabalho exemplar e que a conjuntura política – a pressão do Centrão por mais espaço no governo – ameacem a permanência de Freixo à frente da Embratur, o que seria um grande prejuízo às lideranças já conquistadas pelo Rio.

O presidente da HotéisRio ainda elogiou a atuação de Freixo no comando da Embratur, em que este recebeu as demandas do setor e que, junto com uma equipe técnica capacitada, postura atuante e conectada à demanda do setor de turismo pelo fomento ao turismo internacional. Segundo ele, o Rio é a porta de entrada de visitantes estrangeiros em nosso país e que o segmento movimenta mais de 500 atividades econômicas diretas, indiretas e complementares, conforme já mapeado pelo setor, além de ser grande gerador de empregos e um dos maiores pagadores de impostos para os cofres públicos.

O documento foi assinado durante visita de Lula às obras do novo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa Tech) no Porto Maravilha, no Rio. A partir de janeiro, Santos Dumont só terá voos para um perímetro de 400 quilômetros, excluindo os aeroportos internacionais. Isso significa operações para Congonhas e Vitória – e, ao menos inicialmente, não mais para Brasília, como havia sido anunciado.

Segundo Lopes, essa é uma ótima notícia para o turismo carioca.

“O equilíbrio entre as operações do aeroporto do Galeão e do SDU é fundamental para o fortalecimento do turismo e da economia de nosso estado. Precisamos recuperar o papel do Galeão como hub de voos internacionais com destino ao Rio de Janeiro, conectando os turistas estrangeiros e passageiros nacionais até seu destino final em todo o país. Esta decisão promoverá aumento do número de voos no aeroporto Tom Jobim e dinamizará toda a cadeia econômica do turismo, como hotéis, restaurantes, tour operadores, empresas de transportes e serviços, assim como o setor de cargas, outro ponto importante para o Galeão. O incremento de visitantes estrangeiros não vai beneficiar apenas o Rio, mas todo o Brasil”.

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