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Sob comando de Bacellar, Alerj debate royalties, educação, racismo e autismo

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Em tempos de redes sociais e uma cobrança por posicionamento de celebridades, atletas e instituições, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também tem se posicionado sobre os temas mais urgentes da atualidade no estado e no país. Desde que o deputado estadual Rodrigo Bacellar (PL) assumiu a presidência da Casa, em fevereiro, a instituição debateu royalties, educação, racismo e autismo.

Na última semana foi sancionado projeto de autoria do presidente Rodrigo Bacellar para diagnóstico precoce de autismo. A nova lei visa facilitar a detecção precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças, permitindo assim que elas recebam tratamento e apoio adequados desde cedo.

Racismo nos estádios — Simultaneamente, a Alerj adotou medidas para combater o racismo nos estádios de futebol, uma resposta à necessidade urgente de enfrentar a discriminação racial no esporte. A nova legislação representa um passo significativo no esforço contínuo para tornar os estádios ambientes mais inclusivos e acolhedores.

Educação – Atenta à greve dos professores estaduais, iniciada em 17 de maio passado, o presidente da Alerj recebeu representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe). A categoria tem reivindicado correções salariais. “Com diálogo, entendendo e ouvindo todas as partes, podemos avançar”, disse Bacellar.

Royalties — A redistribuição dos royalties do petróleo voltou a ser discutido no âmbito do Congresso Nacional e até do STF. Voltou à pauta a ideia de uma mudança, que poderia dividir mais igualmente os royalties, prejudicando os estados produtores, como o Rio de Janeiro. A Alerj se comprometeu a defender os interesses dos municípios produtores, enfatizando o impacto potencialmente devastador que uma redistribuição poderia ter sobre a economia local.

A Assembleia está mobilizando-se para dialogar com todas as partes interessadas.

“Essa redistribuição não resolve a vida dos municípios que vão passar a contar com uma parte dos royalties. Em contrapartida, representa um gravíssimo impacto financeiro aos municípios e estados produtores. É preciso mobilização política para demonstrar os danos irreversíveis dessa redistribuição. Um momento importante para se discutir também caminhos para a reforma tributária e temas como a impossibilidade de estados produtores de petróleo tributarem esses insumos na origem, conforme a regra vigente para todo país. Com isso vamos restituir um direito que o Estado do Rio vem perdendo ao longo dos anos”, destacou Bacellar, que irá presidir uma Frente Parlamentar em defesa dos royalties.

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