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Metalúrgicos de Angra vão cobrar reposição salarial do Estaleiro Brasfels

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O Sindicato dos Metalúrgicos de Angra dos Reis vai reivindicar, junto ao estaleiro Brasfels, aumento real de 5% no salário, mais 5% de aumento do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ao mês; aumento de R$ 350 no tíquete (indo para R$ 1 mil), continuando dobrado nas férias e em dezembro. Estas são algumas das pautas aprovadas em assembleia promovida pela entidade em 26 de março, por unanimidade.

As pautas são do acordo coletivo 2024/2025. A assembleia teve a participação de centenas de trabalhadores. Entre outras pautas aprovadas, a troca do restaurante, crédito extra de R$ 100 no tíquete-alimentação para os funcionários que não tiverem nem faltas nem atrasos no mês; retirada do desconto do tíquete de dezembro e das férias e valor do Bônus, com o salário do profissional em R$ 3.923,69.

O sindicato também vai discutir o Plano de Cargos, Carreiras e Salários que estejam justos para todos os trabalhadores do estaleiro; promoção para funcionários que são auxiliares de produção, que estão há muitos anos com o salário defasado; equiparação salarial dos soldadores de tubulação; ajuste dos salários do almoxarifado; mínimo de três uniformes por trabalhador; reajuste de R$ 20 no plano odontológico da empresa e manutenção das demais cláusulas do Acordo Coletivo 2023/2024.

Cristiane Marcolino exaltou a união da categoria

Segundo a presidente da entidade, Cristiane Marcolino, o salário do trabalhador da Brasfels se tornou o maior da indústria naval brasileira e que os que não estão filiados ao sindicato também se beneficiam das conquistas.

“Todos os trabalhadores do estaleiro são os únicos no país a receber 14 tíquetes de alimentação por ano (porque é dobrado nas férias e em dezembro), que mais de mil pessoas foram qualificadas e requalificadas – de graça – em uma parceria do Sindicato com o Senai, que o estaleiro retomou os planos de cargos e salários dando promoção e classificação, e que extinguimos, praticamente, todos os ajudantes passando para meio-oficial, e de meio-oficial para profissional. Somos coordenadores da Frente Parlamentar da Indústria Naval, participando ativamente na criação das pautas e lutando para que o conteúdo local aumente. Assim, ao invés de termos seis mil trabalhadores, teremos novamente dez mil”, afirmou.

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